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Semana da Pátria






*MINI PROJETO SEMANA DA PÁTRIA*









                                                  Mini projeto Dia da Pátria

                                                   (07 de setembro)






  • Justificativa
  • Formar na criança o conceito Pátria, despertar o sentimento de patriotismo.
  • Formar atitudes de respeito aos símbolos do Brasil, desenvolver a compreensão do passado histórico e da significação da data “Sete de setembro”



  • Objetivo Geral
  • Incentivar o amor à Pátria compreender a razão dos festejos da semana da pátria.reconhecer a bandeira como símbolo da pátria.
          Conhecer o fato mais importante da historia do Brasil

  •  Objetivos Específicos: 
  • Conversar sobre:
1.    O que é a pátria
2.    O que aconteceu no dia 07 de setembro
3.    Mostrar a figura de D. Pedro |
4.    Perguntar quem já foi ao Museu do Ipiranga

  •   Procedimentos:
                                 1.  Confeccionar uma viseira com as cores da bandeira do Brasil
                         2.  Desfilar pelo pátio da escola
                         3. Contar a história da Independência do Brasil
                         4. Hino da Independência
                         5. Filme "Independência ou Morte"
.                             
  •   Recursos
       1.    Vídeo
       2.    Cd
       3.    E.V.A  verde e amarelo
       4.    Historia da Independência

  •        Avaliação:
  •  A avaliação ocorrerá de forma continua através de observação do processo de construção da linguagem peças crianças, levando em consideração a demonstração de interesse, satisfação e motivação deste para com o processo.Perceber se a criança foi capaz de representar diferentes figuras e objetos, assim como usar a memória como recurso para os trabalhos , realizando seu desenho de modo compatível ao seu desenvolvimento. O mais importante é a demonstração de satisfação ao realizar trabalho. Bem como o seu interesse, motivação e capacidade de observação.



7 DE SETEMBRO

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL



A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.
Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das Côrtes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."



                                                                                    
1. O começo de tudo: A revolução do Porto

Com a transferência da Corte portuguesa para o Brasil, em 1808, Portugal mergulhou numa grave crise. A invasão do país pelo exército de Napoleão Bonaparte desorganizou a produção do vinho e do azeite. Pouco depois, a abertura dos portos brasileiros levou os comerciantes portugueses a perderem o mercado colonial para a Inglaterra. Diante desta crise, várias cidades portuguesas fizeram manifestações de militares e civis contra o governo estrangeiro e absolutista. Exigiam a volta imediata de dom João a Portugal. As primeiras notícias da Revolução do Porto chegaram ao Brasil ainda em 1820. O movimento inspirou diversas rebeliões locais da população insatisfeita.
2. Um momento de indefinições
Inicialmente, a elite brasileira apoiou as Côrtes portuguesas. Afinal, os latifundiários, os altos funcionários e alguns comerciantes do Rio de Janeiro foram chamados a participar do novo governo. Em 1821, o governo português aumentou as taxas alfandegárias sobre as mercadorias importadas da Inglaterra. Com isso, Portugal pretendia recuperar o monopólio comercial sobre o Brasil. No mesmo ano, as Côrtes enviaram tropas ao Rio de Janeiro e Pernambuco, para reforçar a vigilância na Colônia.
3. Os partidos políticos em formação
A elite agro-exportadora fundou um partido político, o Partido Brasileiro, ao lado de periódicos como o Despertador Brasiliense e o Regulador Brasílico-Luso. Os comerciantes portugueses, concentrados no Nordeste, e beneficiados pelo monopólio da Coroa, foram contrários à independência do Brasil. Com o apoio de alguns militares do Reino, eles fundaram o Partido Português. Já a classe média - que havia se formado no Rio de Janeiro, composta por funcionários públicos, profissionais liberais, militares e o clero católico - assumiu uma posição mais radical em favor da independência.
4. Dom Pedro decide ficar
Embora com idéias diferentes, o Partido Brasileiro e os liberais radicais se uniram na luta pela independência. Por sua vez, as Côrtes de Lisboa, em sua tentativa de recolonizar o Brasil, passaram a exigir mais insistentemente o retorno de Dom Pedro a Portugal. Preocupados com a exigência, os dois grupos políticos, organizaram um grande abaixo-assinado, pedindo ao príncipe regente que ele não abandonasse o Brasil.
No dia 9 de janeiro de 1822, após receber o documento com as assinaturas, pedindo a sua permanência no Brasil, D. Pedro tomou a decisão de ficar. "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico", declarou o príncipe regente ao grupo de pessoas que lhe foi entregar o abaixo-assinado. Esse fato ficou conhecido como o Dia do Fico . A decisão de D. Pedro de desobedecer às Côrtes Portuguesas foi o início do rompimento das relações do governo brasileiro com o governo português. A partir daí os acontecimentos se precipitaram e o Brasil caminhou rapidamente para sua independência.
As governo português considerava ilegal o governo de D. Pedro e ameaçou enviar tropas ao Brasil, caso seu retorno à Europa fosse mais uma vez adiado. Quando a decisão de Portugal chegou ao Brasil, José Bonifácio enviou-lhe as mensagens vindas de Portugal. Dom Pedro as recebeu no dia 7 de setembro de 1822, às margens do riacho do Ipiranga. Junto à correspondência estava uma carta de seu ministro, aconselhando-o a tomar uma atitude imediata.
Ali mesmo, às margens do riacho e na presença de uma pequena comitiva, D. Pedro declarou a independência do Brasil. Chegavam ao fim mais de trezentos anos de domínio colonial.
O processo de independência
Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram à metrópole, pois preparavam o caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o Reino.
Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil conclamava o povo a lutar pela independência.
O príncipe fez uma rápida viagem a Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimentos, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal, que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole..
Estas notícias chegaram às mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga levantou a espada e gritou: "Independência ou Morte!". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.
Pós-Independência
Os primeiros países que reconheceram a Independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra. Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre sequer acompanhou ou entendeu o significado da independência.
As estruturas pouco se modificaram com o evento: a questão agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve até 1.888 e a distribuição de renda continuou a mesma até ao início do desenvolvimento do País, com a chegada dos imigrantes. A elite agrária, que deu apoio a D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.
Fonte: www.linhaaberta.com







História do Hino da Independência do Brasil

No começo do século XIX, o artista, político e livreiro Evaristo da Veiga escreveu os versos de um poema que intitulou como “Hino Constitucional Brasiliense”. Em pouco tempo, esses versos ganharam destaque na corte e foram musicados pelo maestro Marcos Antônio da Fonseca Portugal (1760-1830).

D. Pedro I, aluno do maestro, decidiu compor uma nova melodia para a letra. Por meio dessa modificação, estava oficializada a criação do Hino da Independência. O feito de D. Pedro I acabou ganhando tanto destaque que, durante alguns anos, o imperador foi dado como autor exclusivo da letra e da música do hino.

Com o fim do governo imperial em 1831, o “Hino da Independência” acabou perdendo prestígio como símbolo nacional, ficando mais de um século sem ser executado em solenidades oficiais.

Contudo, em 1922 seria comemorado o centenário da independência e o hino foi novamente executado com a melodia criada pelo maestro Marcos Antônio. Somente na década de 1930, graças ao ministro Gustavo Capanema, o Hino da Independência foi definitivamente regulamentado em sua forma e autoria. Contando com a ajuda do maestro Heitor Villa-Lobos, a melodia composta por D. Pedro I foi dada como a única a ser utilizada em sua execução.



HINO DA INDEPENDÊNCIA
DO BRASIL



Letra da música










Atividades































































Essas atividades fofas foram elaboradas pela Andreza do blog
                           http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com   
                            é só clicar no link e conferir!!
                                                             
                                                                             





















Lembrancinhas




molde










Idéia linda do blog Bala de Goma.



                                                                      



                                                                   
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